AGRICULTURA FAMILIAR
Alimenta Brasil em Roraima está com inscrições abertas
O PAB ampliou os recursos para os pequenos produtores; Confira
Por Michel Sales
em 21 de novembro de 2022

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Foto: Ascom Seadi
O Programa é uma ação voltada para a Inclusão Produtiva Rural das famílias mais pobres

Atenção pequenos produtores rurais em Roraima, o Programa Alimenta Brasil (PAB) está com inscrições abertas, de 17 a 24 de novembro. Podem participar do cadastro, os agricultores familiares enquadrados no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Para este ano, o PAB disponibilizou mais de 7 milhões de reais para Roraima, aumentando também o valor disponível para o produtor individual em até R$ 12 mil reais. O Alimenta Brasil (PAB) é um programa de aquisição de alimentos do Governo Federal que busca ampliar o acesso à alimentação e incentivar a produção de agricultores familiares.

Hoje, o PAB substitui o antigo PAA (Programa de Aquisição de Alimentos), e com ele o poder público também pode comprar os alimentos produzidos por esses agricultores e os destinar a famílias em situação de insegurança alimentar, redes de assistência social, escolas públicas, unidades de internação socioeducativas e prisionais, entre outras”, destacou Emerson Baú, secretário estadual de Agricultura, Desenvolvimento e Inovação.

O PAB promove o abastecimento alimentar por meio de compras governamentais de alimentos; fortalece circuitos locais e regionais e redes de comercialização; valoriza a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos; incentiva hábitos alimentares saudáveis e estimula o cooperativismo e o associativismo.

Em Roraima, a execução do programa é feita por meio da compra com doação simultânea. E através do Iater (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural), os produtores podem garantir o atendimento ao programa em todos os municípios da região”, reforçou o presidente Marlon Buss.

Para o governador Antonio Denarium, o PAB é um projeto importante para Roraima beneficiando os pequenos produtores e a população mais necessitada. “Os alimentos comprados pelo governo são doados para as redes assistenciais no intuito de ajudar famílias em situação de vulnerabilidade a terem acesso à alimentação de qualidade”, concluiu.